
Escrito por Victor Az - 11h47
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
a mão roça
na maçã da
moça e não
amassa sua
calça brim
a mão caça
o tesão da
moça e não
pára até o
som do sim
Escrito por Victor Az - 07h55
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Poesia convidada de Andréa Motta
Torrente
Morro lentamente a cada dia em cada noite vazia... de sonhos e sono.
Morro lentamente em banho maria pedaço a pedaço cor a cor dia após dia
Ainda me rebelo ao invés de morrer mato!
A lágrima as ervas daninhas as cinzas a
p r ó p r i a morte!
Sim, eu mato... assim quem sabe eu seja absolvida e ao invés de morrer passe a viver lentamente.....
Andréa Motta
Escrito por Victor Az - 11h53
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|

Escrito por Victor Az - 12h01
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
A poesia convidada de hoje é da Graça Carpes
Fria Lâmina by Graça Carpes
Esperei a noite
inteira sob o
frio
do
vento
a lâmina forte de
tua
chegada
a
romper
o
tempo
mas o vento
apenas
o
vento
cortava
minha
face
sou
agora
metade
Escrito por Victor Az - 10h54
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Que nome eu dou a minha filha?
Se ela foi feita porque eu quis Chamo de Beatriz? E como a mãe também queria Chamarei de Maria?
Que nome eu dou a minha filha?
Se for negra Pode ser Clara? E se for morena Será Milena?
Que nome eu dou a minha filha?
Que nome eu dou a minha filha?
Que nome eu dou a minha filha?
Que nome eu dou a minha filha?
Que nome eu dou a minha filha?
Que nome eu dou a minha filha?
Que nome eu dou a minha filha?
Que nome eu dou a minha filha?
Que nome eu dou a minha filha?
Que nome eu dou a minha filha?
Que nome eu dou a minha filha?
Se o nome ainda não sei De uma coisa tenho certeza Ela será linda como Afrodite Forte igual a Diana E graciosa feito uma princesa
Escrito por Victor Az - 07h40
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Tudo bem Eu reconheço Sei que sou frio Sei que sou amargo Não queria ser assim Pois ser doce é muito bom Mas o mundo está mudando E os doces vão morrer primeiro Não enxergam o mundo como ele é Para eles tudo é poesia, tudo é melodia São gostosos de provar, saborosos pra comer (Serão os primeiros a tombar, os primeiros a sofrer) Por isso eu prefiro ser amargo, padecerei menos Além disso, eu vejo o mundo sem maquiagem Sei que existem muitas coisas erradas por aí E também sei que elas não irão mudar Mas não posso ser indiferente a tudo Por isso, faço minha parte: critico Enfio meu dedo nas feridas Mostro os erros que vejo Talvez não resolva E nada mude Talvez
Escrito por Victor Az - 08h47
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Esse é da Gisele

Escrito por Victor Az - 07h47
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Entro no restaurante e Uooouooo! Tuitui! o alarme Uooouooo! Tuitui! de um Uooouooo! Tuitui! carro dispara Uooouooo! Tuitui! Uooouooo! Tuitui! Uooouooo! Tuitui! preparo meu almoço Uooouooo! Tuitui! e o irritante alarme Uooouooo! Tuitui! do carro continua Uooouooo! Tuitui! tocando Uooouooo! Tuitui! sento na mesa e Uooouooo! Tuitui! corto a carne Uooouooo! Tuitui! mastigo a salada Uooouooo! Tuitui! bebo o suco e Uooouooo! Tuitui! então tenho a Uooouooo! Tuitui! idéia de usar o Uooouooo! Tuitui! Uooouooo! Tuitui! do alarme do carro num poema Uooouooo! Tuitui! Uooouooo! Tuitui! e começo a escrevê-lo Uooouooo! Tuitui! na mesma Uooouooo! Tuitui! hora Uooouooo! Tuitui! Uooouooo! Tuitui! saio do restaurante Uooouooo! Tuitui! com o poema na cabeça Uooouooo! Tuitui! e descubro Uooouooo! Tuitui! que o Uooouooo! Tuitui! barulho do alarme Uooouooo! Tuitui! não vinha Uooouooo! Tuitui! de um carro Uooouooo! Tuitui! e sim de um Uooouooo! Tuitui! caixa eletrônico com Uooouooo! Tuitui! defeito Uooouooo! Tuitui! Uooouooo! Tuitui! Uooouooo! Tuitui! maldito caixa eletrônico Uooouooo! Tuitui! estragou o meu poema! Uooouooo! Tuitui! (Uooouoo! Tuitui! arificio Uooouoo! Tuitui! utilizado Uooouoo! Tuitui! para Uooouoo! Tuitui! fazer Uooouoo! Tuitui! o poema Uooouoo! Tuitui! ficar do tamanho Uooouoo! Tuitui! correto, não tentem fazer isso em casa)
Escrito por Victor Az - 08h43
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Escrito por Victor Az - 08h49
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Hoje é dia da poesia convidada, essa é da Ana Regina
A GotA D’águA Uma gotA D’água pingA Uma gota d’águA Molha minha janelA O pingo d’água molhA Uma gota d’água cabe nA Palma de uma mão molhadA Misturo gotas d’água de chuvA Pinguinhos de vida, nova aquarelA Pincelo cor-de-chuva no teto da salA Logo o novo sol aparece no teto do diA Escrever-te no meu papel não me molhA Escrevo água e tomo banho de literaturA Deito-me neste mar de palavras sedentA Por mais pingos de ti em minha retinA E pulso toda vida que trago na veiA Do meu corpo, tua velha moradA E de minha terra, casa sagradA Onde tudo sempre começA E tudo sempre terminA Numa mesma gotA De tua águA.
by Ana Regina
Escrito por Victor Az - 10h42
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
s
o
c
o
r
r
o
só corro e
s
c
o
r
r
ocorro
c
o e só
Escrito por Victor Az - 11h29
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|